Crítica | Filme | Blade Runner 2049


A década de 1980 pode ter sido a década da ficção científica. Grandes séries do gênero surgiram nessa década ou um pouco antes disso e se perpetuaram através dos anos. É o caso de Blade Runner, que ano passado, em 2017, teve sua continuação: Blade Runner 2049.


Neste filme futurista, os "replicantes" são seres humanos artificiais, criados sinteticamente. Após uma onda de revoltas destes seres, novos modelos de replicantes são criados, sendo estes, obedientes. Os modelos de replicantes antigos são caçados e é deste ponto que o filme começa.


K é um replicante de um modelo diferente. Personagem principal da história, especial para o desenrolar da mesma, é um policial que caça replicantes de modelos antigos que vivem escondidos.


Após caçar um replicante, se depara com algo que pode mudar o futuro da humanidade. A partir daí, o filme se torna uma jornada de alto conhecimento para K e um desvendar sobre a sociedade e o mundo na qual a história se passa.


O filme é essencial para os fãs de ficção científica e certamente irá agrada-los. Porém, talvez, não seja apreciado por aqueles que não são fãs do gênero, já que se trata de um filme muito "diferentão". A história é fácil de se entender, quem não assistiu o filme de 1982 pode assistir Blade Runner 2049 sem maiores problemas, porém terá algumas lacunas há mais em sua cabeça, nada demais.


Com Harrison Ford, Jared Leto e elenco consagrado, o filme é uma excelente pedida para aqueles que amam ficção científica. 

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